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O plenário da Câmara dos Deputados
aprovou o reajuste de 7,72% para
aposentados e pensionistas que
recebem mais de um salário mínimo
por mês.
Todos os partidos foram favoráveis a
aprovação deste percentual, à
exceção do PT que liberou seus
deputados para votar de acordo com
as suas convicções.
Com isso, o texto a ser encaminhado
ao Senado para apreciação será com
reajuste de 7,72%, retroativo a
partir de 1º de janeiro deste ano.
O texto original da Medida
Provisória 475 editada pelo governo,
previa um reajuste de 6,14%. A Nova
Central assumiu a luta dos
aposentados, apoiou as
reivindicações da COPAB e garantiu a
sustentação material das várias
manifestações realizadas no
Congresso Nacional, em Brasília.

Com relação ao Fator Previdenciário,
a Nova Central lutou muito.
Recusou a proposta do fator 85/95 e
respeitou a decisão das suas bases
para manter a posição contrária ao
injusto e perverso fator.
Segundo o presidente da NCST, José
Calixto Ramos, "a Nova Central
sempre considerou o Fator
Previdenciário como um verdadeiro
pesadelo para os trabalhadores e,
por isto, lutou, até o fim pela sua
extinção. Dessa forma honramos o
compromisso que temos com as nossas
bases e respeitamos a decisão do
nosso II Congresso. O fim do Fator
Previdenciário é um vitória de todos
os trabalhadores e trabalhadoras do
Brasil".
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