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Na audiência com a presidenta Dilma
Rousseff, a Nova Central vai
defender a valorização do salário
mínimo, fim do fator previdenciário,
a unicidade sindical e o custeio
compulsório da organização sindical
brasileira. A reunião terá uma pauta
aberta para que as centrais
apresentem as demandas da classe
trabalhadora.
Segundo o presidente da Nova
Central, José Calixto, a NCST vai
manter as suas posições de
princípio, tendo como reivindicações
principais as políticas que possam
contribuir para o desenvolvimento
econômico, a distribuição de renda e
a justiça social.
"Entre estas defendemos uma política
permanente de valorização do salário
mínimo, reajustes reais para os
aposentados que ganham acima do
mínimo, fim do fator previdenciário,
reajuste da tabela do imposto de
renda, regulamerntação da Convenção
151 da OIT, ratificação da Convenção
158 (demissão imotivada), jornada de
trabalho de 40 horas, regulamentação
da profissão de motorista,
cerceamento dos abusos das
terceirizações", afirmou Calixto.
Também integra a pauta da Nova
Central a defesa da organização
sindical brasileira com custeio
compulsório, unicidade sindical e o
sistema confederativo.
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