NOVA CENTRAL-RJ APOIA A LUTA DOS VIGILANTES DO RIO DE JANEIRO


 

VIGILANTES FAZEM PASSEATA EM MEIO AO TREINO DA SEGURANÇA DE OBAMA

Cerca de 300 vigilantes do Rio, Baixada e interior do estado protestaram no Centro nesta sexta-feira (18)contra o reajuste de 1,5% oferecido pelo sindicato patronal. Em negociação salarial, os profissionais da segurança reivindicam 10% de ganho real, mais o reparcelamento do risco de vida em três parcelas de 9%, para completar os 30% em 2013, além da redução do desconto do tíquete refeição de 20% para 5%. Hoje o piso é de R$ 800. A caminhada teve o reforço de caravanas de dez sindicatos que exigem melhores condições de salário e trabalho. Com apoio da Polícia Militar a caminhada saiu da Candelária seguindo pela Av. Rio Branco até a Cinelândia, onde o protesto terminou nas escadarias da Biblioteca Nacional.

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300 vigilantes reivindicaram 10% de ganho real no Centro do Rio

Na avaliação do presidente do Sindicato do Rio e da Federação, Fernando Bandeira, a manifestação foi positiva. Mais de 60% do efetivo de vigilantes cruzaram os braços pela manhã, afetando a segurança dos bancos, condomínios e comércio. Segundo Bandeira, na segunda-feira haverá nova assembléia, às 10h, no Sindicato, para fazer uma avaliação do movimento e decidir por novas paralisações em aeroportos e shoppings. “Se não houver acordo com o sindicato das empresas de segurança, podemos instaurar dissídio coletivo na Superintendência Regional do Trabalho”, disse o sindicalista.

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À frente da manifestação o companheiro Bandeira

Durante a caminhada, próximo do Edifício Avenida Central, batedores do Corpo de Fuzileiros Navais assumiram o trânsito fechando cruzamentos num treino para a visita do presidente americano Barack Obama, sem, no entanto, importunar a manifestação dos trabalhadores da segurança privada.

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Fuzileiros navais treinavam para a segurança de Obama, mas não se opuseram a manifestação dos vigilantes

“O Rio de Janeiro que em breve vai sediar uma Copa do Mundo e as Olimpíadas, é o nono estado no ranking dos salários do Brasil. Ficamos atrás de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio grande do Sul, entre outros”, finalizou o presidente da Federação e do Sindicato, Fernando Bandeira.

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O protesto terminou nas escadarias da Biblioteca Nacional