AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO FEDERAL DEBATE A PEC 369 E A ORGANIZAÇÃO SINDICAL
 

A Nova Central, através do seu secretário-geral, Moacyr Tesch, esteve presente na audiência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, nesta quarta-feira (26/10), às 14h para defender a autonomia e unicidade sindical.
Moacyr Roberto Tesch enfatizou as desvantagens da aprovação da PEC 369/2005, que parecia ter sido esquecida e agora ressurgiu, na tentativa de desconstruir toda uma história de luta, vivenciada pelas centrais sindicais, durante todos estes anos.


Participaram do debate, além de Moacyr Roberto – NCST, o Diretor de Assuntos Parlamentares e Organização Políticas da NCST, Fernando Bandeira, o 1º Vice-Presidente da NCST e presidente da CNTTT, Omar José Gomes, o Vice- Presidente da NCST e também representante do Fórum Sindical dos Trabalhadores, Arthur Bueno de Camargo, representantes das demais centrais sindicais, Luiz Antônio Festino – NCST juntamente com o membro da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho – ANAMATRA.


Moacyr também lembrou que a Nova Central é contrária a pluralidade sindical, pois o certo é que os sindicatos representem apenas os seus associados. São muitos sindicatos existentes no Brasil, com categorias variadas e a unicidade seria o melhor caminho para um bom trabalho sindical em prol dos seus trabalhadores.
“O que se deseja é a eliminação do conceito de categoria econômica, acabando com o sistema de contribuição sindical compulsória, e isto está errado, por ser de fundamental importância que todas as instituições sindicais tenham um orçamento para auxiliar as várias mobilizações trabalhistas. O movimento sindical contribui significativamente com as questões democráticas e com as negociações feitas em favor de suas categorias”, diz Moacyr – NCST.



O Senador Paulo Paim encerou a audiência reforçando a idéia de que a PEC 369/2005 efetivamente trará um retrocesso para as classes sindicais. Agradeceu a presença de todos e recebeu uma ata dos representantes da classe trabalhadora do transporte que trouxe um texto conciliatório, protocolado no ministério público, do consenso alçado entre a classe trabalhadora e a classe patronal.



Assessoria de Imprensa – NCST